Encerramento do Palco Alfândega no festival reuniu bandas amazonenses e atrações nacionais em Manaus.
O Palco Alfândega encerrou suas atividades nesta segunda-feira, 7/9, no festival SouManaus Passo a Paço 2026, em Manaus, com uma programação que combinou artistas locais e nacionais. A última noite contou com apresentações de Johnny Jack Mesclado, Chora Cachorro e Casa de Caba, além de atrações vindas de fora, como Yago Oproprio e MC Hariel.
Programação e presença de público
A banda Chora Cachorro trouxe ao público seu repertório de brega-rock e marcou o terceiro ano consecutivo do grupo no evento. Segundo o vocalista Rodrigo Morgado, a participação no festival ajuda a projetar o trabalho do grupo. “Para a gente é maravilhoso, sendo o terceiro ano que a gente está nessa festa linda. É uma celebração de todo o projeto. A prefeitura dar essa honra para a gente tocar no ‘#SouManaus’ nos deixa muito felizes. É importante a gente ocupar esses espaços, principalmente nós, que somos artistas independentes, para abrir o leque do nosso trabalho e alcançar mais pessoas”, pontuou Rodrigo Morgado.
Pela primeira vez em Manaus, Yago Oproprio ressaltou a recepção do público e a conexão com a cidade. “Foi muito especial para mim, muito mesmo. Minha relação com a cidade de Manaus vem de longa data, acho que foi uma das primeiras cidades que fui conhecer fora de São Paulo. Hoje foi o suprassumo, foi maravilhoso. Um show de presença, com todo mundo cantando junto. Espero que seja o início de uma conexão muito duradoura”, afirmou Yago Oproprio, que pretende voltar em 2027 à capital amazonense para lançamento de seu novo álbum.
Apoio à cena local e diversidade de gêneros
A formação amazonense Casa de Caba ocupou o palco entre duas atrações nacionais e apresentou seu trabalho autoral, que mescla MPB, rock e elementos da cultura regional. O vocalista Samir Torres destacou a importância da pluralidade de gêneros na grade do festival e o impacto para compositores locais. “Esse ponto da gente tocar com grupos que tocam gêneros diferentes traz essa pluralidade que o festival proporciona aqui para Manaus. A Casa de Caba fica feliz por trazer o seu trabalho de composições próprias, que a gente já trabalha há mais de 13 anos na cidade. É uma forma de fortalecer a cena local, o trabalho dos compositores locais, tendo uma estrutura e um palco desse tamanho. A grande riqueza do festival é mesclar públicos e valorizar o artista local”, afirmou Samir Torres.
A realização do evento e a ocupação do Palco Alfândega permitiram a circulação de diferentes públicos e a visibilidade para artistas independentes da região, conforme as falas dos músicos presentes.
Texto – Geraldo Farias/Semcom
Fotos – Eduardo Anderson/Semcom
Disponíveis em – https://flic.kr/p/2szzAdL
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Publicado em: 08/09/2026 às 00:24

